Manifesto:
O Brasil e a Democracia – Grupo Filósofos do ano 2000 de Belo Horizonte
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E
Mail contact@democracyandpeace.com
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exibido no Jornal da Rede Globo – Bom Dia Brasil. Clique aqui para visualizar.
Atualização
setembro 2011
Em
11 de setembro 2001 o mundo conheceu o aspecto bestial da mente humana. O ato
terrorista, em si, foi um ato criminoso, macabro e ímpio, absurdo e
monstruoso é que mais de dois bilhões de islamitas o aplaudiram em delírio
e por unanimidade.
Sem a guerra total aos princípios do islamismo, citados no nosso
Manifesto e à falsidade ideológica dos políticos dos países subdesenvolvidos
(80%dos países da ONU) feita em todos os modos e todas as armas, não haverá
prosperidade e paz para o mundo e para a humanidade.
A
grande crise econômica mundial é devida à saturação do mercado de consumo
dos países democráticos (Austrália. Canadá. Coréia do Sul. Estados Unidos.
Israel. Japão e União Européia) e à falta de crescimento do mercado de
consumo dos países subdesenvolvidos.
Impõe-se uma nova ordem mundial substituíndo a vélha, decrépita e
obsoleta ONU com uma Associação das Nações Democráticos -AND- à qual poderão
participar somente os países em que a democracia seja uma realidade objetiva e
não uma sigla vazia de qualquer conteúdo. A AND terá como seu primeiro ato
político o retiro de todos seus militares no exterior. Terá um solo ente para
as relações políticas e comerciais com os demais países. Todos os países do
mundo poderão pedir a adesão à AND desde que demonstrada a sua condição de
país democrático.
O DEBATE DO SÉCULO
2011
Por um natural processo evolutivo dos meios de produção e comunicação,
o mundo é, hoje, uma Aldeia Global, sua economia é globalizada, a civilização
ocidental é o seu guia e a democracia é o imperativo categórico para a paz, o
progresso e a prosperidade dos povos do mundo.
Democracia
é governo do povo numa sociedade de homens livres. Os países subdesenvolvidos
(80% dos países da ONU) em que, escolhido o Brasil como paradigma por ser um país
da civilização ocidental, um país de imensas riquezas, de recursos naturais
infinitos e o maior produtor de alimentos do mundo, 1/5 da população (40 milhões)
sobrevive vegetando com um salário suficiente para comprar
No
Brasil, os políticos se instituíram em classe em si e para si sem mais
interesse e vínculo com os interesses do seu país e do seu povo. O índice de
mortalidade infantil é altíssimo, o de assassinatos é superior ao do Iraque.
Por isso, o ex-presidente Lula deveria ser conduzido ao Tribunal Internacional
que julga os crimes de genocídio para ser julgado pelo crime de “Genocídio
Branco”, assim como Milosevic estava sendo julgado pelo crime de genocídio
perpetrado com a violência das armas
Nos
demais países subdesenvolvidos, a realidade econômica e social é ainda mais
precária, cruel e desumana. O outro grande inimigo da democracia e da paz no
mundo é o islamismo guiado e inspirado no Alcorão, que, de fato, é um breviário
para o ódio, a guerra e o assassinato de todos os que não forem islamitas,
como demonstrado
A
grande crise econômica mundial é devida à saturação do mercado de consumo
dos países democráticos, à falta de crescimento do mercado de consumo dos países
subdesenvolvidos e ao terrorismo
Os
países democráticos do mundo, através da mídia, devem promover debates sobre
os temas:
1)
“Democracia é governo do povo numa sociedade de homens livres. Países
subdesenvolvidos em que grande parte da população sobrevive vegetando escrava
da necessidade são países democráticos?”
2)
O Alcorão é um breviário para o ódio, a guerra e o assassinato. Portanto,
deveria ser suspensa a sua publicação e a prática dos ritos até quando se
adequarem às leis dos países em que atuam?
Preâmbulo
Ou
o Brasil e o povo brasileiro acabam com a falta de ética e de moral da classe
política ou a falta de ética e de moral da classe política acaba com o Brasil
e o povo brasileiro.
Num
barco que afunda ninguém é espectador: ratos, gatos e homens de bem têm o
mesmo destino.
Sem
esclarecer o dilema de o Brasil ser ou não ser um país democrático e do porquê
de o Brasil ser um país subdesenvolvido, os políticos continuarão a se
apresentar como benfeitores e protetores dos pobres e, no exterior, como
representantes de seu povo do qual, de fato, são usurpadores e algozes.
Conclusões
No
dramático, ímpio, impiedoso e desumano contexto econômico, social e humano
descrito neste Manifesto e publicado todos os dias em todos os jornais e meios
de comunicação: os dignitários das igrejas que cobram 10%do salário dos
pobres para abençoar a pobreza; os intelectuais que, do alto do Olimpo dos sábios
e imortais, transformado num Coliseu do qual eles são espectadores e o povo
gladiador até a morte; os benfeitores dos pobres que nunca nada disseram e
fizeram para combater as causas e os causadores da pobreza; são a quinta coluna
e “colaboracionistas” das forças do mal do nosso país abençoado por Deus,
agora um inferno de dor, miséria e sofrimento.
As
tiranias disfarçadas de democracia que oprimem e atormentam os povos do Brasil
e da América Latina podem ser desmascaradas, desbaratadas e vencidas,
pacificamente, com um questionamento sobre o tema: “Democracia é governo do
povo numa sociedade de homens livres. O Brasil e os países da América Latina,
em que os 70% da população sobrevivem escravas da necessidade, marginalizadas
e excluídas do mercado de consumo, da sociedade e da condição humana, são países
democráticos?”.
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A
Aldeia Global
Por
um natural processo evolutivo dos meios de produção e comunicação, o mundo
é uma Aldeia Global, sua economia é globalizada e a democracia é o imperativo
categórico para a paz, a liberdade, o progresso e a prosperidade do planeta e
da humanidade.
A
democracia
Democracia
é governo do povo numa sociedade de homens livres com a premissa de que a
primeira liberdade é a liberdade da necessidade. Sobre a necessidade, o Dicionário
Aurélio diz: “Aquilo que constrange, compele ou obriga de modo absoluto”.
Em
estado de necessidade, o homem não tem o livre arbítrio e nem cidadania. O
Brasil, em que 30% da população vivem na condição de escravos de
necessidade, excluídos do mercado de consumo, da sociedade e da condição
humana, não é um país democrático. Nenhum país pobre (90% dos países da
ONU) é um país democrático e nenhum país democrático (Austrália, Canadá,
Coréia do Sul, Israel, Japão, Estados Unidos e União Européia) é um país
pobre. Se eleições fossem sinônimas de democracia, Fidel Castro e Saddam
Hussein, eleitos por unanimidade, seriam sua mais alta expressão. Se democracia
fosse um conceito subjetivo, todo demagogo seria seu campeão. Se comer três
vezes ao dia fosse cidadania, todo frango seria cidadão. Se o Brasil fosse um
país democrático, 60 milhões de brasileiros teriam 60 milhões de razões
para amaldiçoar a democracia.
O
socialismo
Demagogos
e hipócritas desfraldam a bandeira do socialismo. Na verdade, a idéia de Lênin
de que “O socialismo é a criatividade vivente das massas” não é
verdadeira, como demonstrado pela sua falência total nos países em que foi
instituído. E também nas vinte primeiras páginas do livro Perestroika, do
ex-presidente da União Soviética, Mikhail Gorbachev, que diz: “O
desinteresse, a negligência e indiferença são a característica dos
trabalhadores da União Soviética”. Portanto, é demonstrado que o socialismo
está fora da medida do homem e a democracia continua sendo “o pior governo
depois de todos os outros”. Todos os que viveram o socialismo não têm
nenhuma saudade dele.
Num
mundo de diversos, a idéia de uma sociedade de iguais é absurda e estulta.
O
Debate do Século
É
tempo da consciência de que o ponto de partida, o fundamento primeiro de
qualquer proposta ou projeto político, econômico ou social, deve ter como
premissa a realidade de uma sociedade democrática sem a qual toda proposta é
manifestação de boas intenções, são devaneios e delírios de demagogos,
falsos profetas e “messias” em busca de aplausos, votos ou da beatificação.
A
tese de que o Brasil não é um país democrático teve como seus grandes
precursores o Presidente Lula com a sua “Caravana da cidadania” e o seu
discurso numa Conferência da Internacional Socialista, quando disse: “A nossa
democracia exclui dezenas de milhões de homens e mulheres da cidadania” (!?).
Outra personagem ilustre que ratifica a impossibilidade de o Brasil ser um país
democrático é o intelectual, ex-governador, ex-ministro do Governo Lula e
agora candidato à Presidência da República, Cristovam Buarque, com sua
campanha abolicionista da escravatura durante os últimos 10 anos. As duas
libertárias campanhas foram encerradas no mesmo dia em que o partido deles
assumiu o poder.
Nada
podemos esperar de políticos, poetas e cantores, falsos patriotas que cantaram
hinos de glória e liberdade à democracia e agora silenciaram seu canto e sua
musa pagos pela mudança de nome da tirania e porque eles e seus amigos e
parentes se arrumaram num bom emprego. É necessário convocar a sociedade como
um todo: grandes e pequenos empresários, operários e profissionais de todas as
artes e ciências, intelectuais e estudantes, trabalhadores rurais e latifundiários
e todos os que trabalham e produzem devem se mobilizar para promover, em todos
os centros culturais, universidades, sindicatos e associações industriais e
comerciais, debates e conferências sobre os temas: “Democracia é governo do
povo numa sociedade de homens livres. O Brasil, em que 70% da população vivem
em estado de necessidade, excluídos do mercado de consumo, da sociedade e da
condição humana, é um país democrático?” e “Por que o Brasil, que até
o fim dos anos 50 foi uma meta para todos os povos do mundo, é hoje terra de
emigrantes, pobreza, miséria e terror?”.
O
contexto político, econômico e social do Brasil
O
Brasil é um país que, até o fim dos anos 50, era a terra prometida, uma meta
para todos os povos do mundo; hoje, por mão e obra de sua classe política, é
terra de emigrantes, de miséria e terror. Os políticos se instituíram em
classe em si e para si sem mais nenhum vínculo com os interesses do país e do
povo, ressuscitaram o Feudalismo em versão eleitoral com Príncipes e Barões,
senhores do bem e do mal, da vida ou da morte civil dos cidadãos. Sem o seu
consenso e recomendação, ninguém terá um emprego ou uma encomenda de
trabalho para sua empresa. Estabelecem para si salários e benefícios de mais
de 200 vezes o salário dos operários e, em 4 anos de mandato, recebem o mesmo
que um operário em 1.200 anos de trabalho. Vereadores de pequenos e
depauperados municípios do interior (normalmente analfabetos há 4 gerações)
recebem salários e benefícios 4 vezes superiores à remuneração de um
professor, com doutorado, de uma universidade federal. Para sustentar mastodônticas
e monstruosas estruturas burocráticas clientelares, com fins eleitorais, os
governos dos últimos 50 anos contraíram uma dívida social que nem os orçamentos
dos Estados Unidos e da União Européia, juntos, conseguiriam sanar em 20 anos. O salário
tem o menor valor em todos os tempos.
Empresários
e intelectuais
A
característica dos empresários brasileiros é de ser que nem mulher de
malandro: gosta de apanhar; e a dos intelectuais, de chorar os males sem dizer
nada de suas causas.
O
Governo Paralelo
Um
ex-ministro do Supremo Tribunal Criminal já declarou e é verdade: “As
periferias são governadas por um governo paralelo, ou seja, 30% da população
são governadas pela criminalidade organizada” que, em protesto pela morte de
um de seus líderes, declara o toque de recolher, o fechamento do comércio, dos
postos de saúde e põe fogo em dezenas de ônibus junto de seus passageiros.
O
comandante do Governo Paralelo (PCC), em entrevista concedida no presídio à
imprensa, declara: “se bobear, os políticos vão roubar até o PCC”. No século
passado a imprensa foi definida “o 4º Poder”; hoje, no Brasil, o 4º poder
é o da criminalidade organizada.
A
desigualdade social
Nos
países democráticos TODOS os que têm 18 anos têm seu carro e computador,
vivem numa casa com ar condicionado no verão e aquecimento no inverno, a família
tem casa de campo e passa 20 dias na praia, os solteiros fazem turismo sexual na
América Latina. Os políticos recebem, entre salários e benefícios, 11 vezes
o salário de um operário não especializado e patrocinar a contratação de um
funcionário sem concurso constituem motivo para perda de mandato.
No
Brasil, mais da metade da população vive em barracos sem instalações higiênicas
e depende de uma bolsa de alimentos doada pelo Presidente da República para
sobreviver vegetando. Os políticos recebem, entre salários e benefícios, 200
vezes o salário de um operário.
Nos
países democráticos, a desigualdade social não é problema para ninguém. Nos
países pseudo-democráticos, como é o Brasil, é um crime que clama justiça
ao céu e, na terra, a revolta dos homens de bem.
A
caridade e a solidariedade
No
atual contexto político do Brasil, se os empresários pagassem o dobro de
imposto e doassem aos pobres todos os seus lucros, os caridosos e defensores dos
pobres que nunca e nada fizeram para combater as causas e os causadores da
pobreza promovessem dez campanhas Criança Esperança por mês, todos os menos
pobres fizessem a caridade aos mais pobres, os países democráticos do mundo
perdoassem todas as suas dívidas, concedessem todos os empréstimos, sem cobrar
juros que o governo do Brasil pedisse e construísse um “alimentoduto” de
“O
melhor”
Em
2002, no desespero o povo brasileiro levou, nos braços, o operário, iletrado e
“socialista”, grande admirador de Fidel Castro, Luiz Inácio Lula da Silva,
à Presidência da República. No seu governo, a corrupção e o
assistencialismo com fins eleitorais foram eleitos programa de governo e modo de
governar; “graças” a ele, hoje o povo brasileiro é um povo de pedintes e
assistidos e o Brasil é a terra prometida para banqueiros e aventureiros de
toda espécie. Mesmo assim, seu governo é o melhor dos últimos 50 anos e
“ELE” é o melhor candidato para as eleições de 2006. Com ele o Brasil dará
os passos derradeiros para ser, junto do Paquistão e da Bolívia, o país da
maior tragédia econômica, social e humana do mundo. A imprensa se preocupa em
explicar o fenômeno do “lulismo”. Na verdade não se trata de um fenômeno,
mas do fato que o Presidente e candidato Lula oferece uma banana para 3 refeições
por dia e os demais candidatos nem isso oferecem.
O
Tribunal Internacional
No
Brasil, devido a uma insuficiente alimentação e à precariedade das condições
higiênico-sanitárias em que vivem, mais de 500 crianças morrem todos os dias
e milhões sofrem conseqüências irreversíveis a suas faculdades intelectivas
(parecer dos cientistas). Por isso, como exemplo, o Presidente Lula e todos os
ex-presidentes vivos dos últimos 50 anos deveriam ser conduzidos ao Tribunal
Criminal Internacional para serem julgados pelo crime de “genocídio branco”
(sem violência física), assim como Milosevic estava sendo julgado, pelo mesmo
crime, praticado com a violência das armas.
A
educação
Nos
anos
O
primeiro e grande valor da educação é ensinar aos filhos e aos alunos que a
liberdade e a democracia são os primeiros fundamentos para eles viverem como
homens.
Progresso
ou regresso?
Os
discursos néscios e as esfarrapadas bandeiras dos políticos dos últimos 50
anos em que se indicaram: a construção de Brasília; fictícios e efêmeros
milagres econômicos; milagrosos planos de inverno e verão; o combate ao mal da
inflação com o mal maior da recessão e agora de bolsas cheias de qualquer
coisa e de nada para todos e para ninguém são, de fato, um deprimente,
vergonhoso, indigno e sorrateiro espetáculo de falsidade ideológica e
demagogia. A verdade é e os fatos são que: frente ao progresso dos países
democráticos do mundo (Austrália, Canadá, Coréia do Sul, Estados Unidos,
Israel, Japão e União Européia), o Brasil acumulou um atraso de anos-luz. Na
verdade, o povo brasileiro deve lutar para “avançar” rumo à condição política,
econômica e social do Brasil em 1956, com relação aos países democráticos
do mundo. O triunfalismo dos políticos no poder, vangloriando o sucesso das
exportações, de sermos auto-suficientes em petróleo, os maiores exportadores
de alimentos do mundo, do Brasil potência mundial, de recuperação da economia
e do combate à fome e à miséria investindo 30 bilhões em bolsa-escola e
bolsa-família, de 7 milhões de brasileiros terem passado da classe pobre para
a classe média, ou seja (de acordo com o Dicionário Aurélio), à burguesia, são
infâmias, quando muito, delírios patéticos, sonhos de gente de boa vontade
lembrando que: “De boa vontade está cheio o céu e... o inferno também”.
O
antiamericanismo a priori
O
antiamericanismo a priori é uma característica das forças antidemocráticas:
os políticos dos países subdesenvolvidos, os líderes do terrorismo e os
governos dos países democráticos.
Na
verdade, os Estados Unidos não são um país imperialista, mas sim um país
capitalista assim como são a França, a Noruega, a Suíça e o Vaticano. A
diferença está na dimensão e não nos princípios e preceitos. Sem os Estados
Unidos, não haveria democracia no mundo, a Alemanha hitlerista e o Imperialismo
japonês governariam e os inimigos da democracia não teriam oponentes.
A
campanha eleitoral
Na
campanha eleitoral, os candidatos saem do contexto ético e moral quando se
vestem de mestres de obras e prometem fazer grandes obras ou informam que “nos
últimos anos, 7 milhões de brasileiros passaram da classe pobre à classe média”
(de acordo com o Dicionário Aurélio, a classe média corresponde à
burguesia).
Nenhum
candidato apresentou um programa de como moralizar a política e fazer a reforma
agrária.
Saber
ou não saber
Em
entrevista à Rede Globo, o candidato Lula, questionado se sabia ou não do
caixa 2 e da “tsumani-roubalheira” do mensalão, programada pela cúpula do
seu partido (7 pessoas), respondeu seco, direto e claro: “Eu tenho 1 milhão e
200 mil funcionários. Como é que Eu vou saber o que faz cada um deles?”. Na
verdade, meses antes, na França, havia declarado: “esse aí, no Brasil, é
normal!”. Dois dias depois, seu Primeiro Ministro, coração e alma do seu
partido, disse: “No Brasil isso é prática milenar!”
O
candidato Lula foi um grande líder sindical, mas um profissional despreparado,
demonstrado pelo acidente que o mutilou, e um desastroso Presidente da República,
devido a ter levado o “País do Futuro” a ser um país do Passado... remoto.
Das
soluções – Esclarecido não ser o Brasil um país democrático, deve-se
promover um Movimento Cívico para a Democracia que declare, de imediato, o
estado de emergência econômica e política do país e convoque o exército
para assumir o poder por um período de um ano, no qual serão suspensas todas
as atividades parlamentares e convocadas novas eleições, nas quais o voto será
impessoal a uma legenda que apresente um programa de governo e não a um
candidato que proponha distribuir merendas a 40 milhões de famintos e emprego a
dezenas de milhões de desempregados para serem ocupados em trabalhos inúteis
em cargos inventados remunerados com salários de fome.
Os
primeiros fundamentos de um Brasil Democrático são:
1.
Registrar, no mundo, uma organização sem fins lucrativos para divulgar nossa
proposta.
-
Inserir o Brasil no contexto dos países democráticos é imprescindível para
os países da civilização ocidental e para a economia mundial.
2.
Organizar a política e a administração públicas no modelo dos países democráticos.
-
O Brasil é, virtualmente, a segunda potência econômica da civilização
ocidental. Suas raízes e cultura são incindíveis dessa civilização;
portanto, é um absurdo histórico, fatal para o mundo, não adotar os mesmos
princípios e parâmetros na organização e administração da sociedade (salários
e benefícios dos parlamentares nos países democráticos nunca são superiores
a 11 vezes o salário de um operário não especializado).
3.
Efetivar a reforma agrária em terras produtivas e irrigáveis reservando 10% do
orçamento nacional para essa reforma.
-
O Brasil, depois da Argentina, tem a maior concentração da população urbana
do mundo, maior que a dos Estados Unidos, França, Itália e demais países da
União Européia.
A
ausência de qualquer projeto de reforma agrária faz crescer a população das
periferias “governadas por um governo paralelo”, ou seja, governadas pela
criminalidade organizada. Os orçamentos dos últimos 20 anos previam e prevêem
uma despesa de 4 bilhões para as despesas do Congresso (salários e benefícios
dos parlamentares) e... 1 bilhão e 400 milhões para a reforma agrária. Os
governos do Presidente Lula e de FHC o apresentaram, o Congresso aprovou e
aprova e a nossa “passionária” (Heloísa Helena) preferiu e prefere não
tomar conhecimento desse fato tão “insignificante”.
4.
Depois de efetuado o indicado nos pontos 2 e 3, declarar o Estado de Emergência
Econômica, a Autarquia da Economia, suspender o pagamento de todos os juros ao
capital financeiro e pedir aos demais países da civilização ocidental a
instituição de um novo Plano Marshall.
-
Para os credores é mais interessante suspender o pagamento dos juros por um
projeto de recuperação da economia do que a falência total da economia dos
devedores.
5.
Juntamente com a campanha “Fome Zero”, promover a campanha “Imposto
Zero”.
-
Ao reduzir os mais altos impostos do mundo, o Brasil poderá exportar macarrão
para a Itália, relógios para a Suíça e brinquedos para a China. Ao humanizar
o Brasil, o país voltará a ser a meta preferida de 100 milhões de turistas.
A
vontade do povo
Uma
demonstração da vontade e da disponibilidade do povo brasileiro de lutar e
vencer a política sorrateira e infame que visa transformar o povo numa massa de
mendigos, assistidos e pedintes foi a candidatura do Doutor Enéas Carneiro,
que, ao gritar seu nome e criticar, em absoluto, a classe política, nas eleições
para Presidência da República de 1994, obteve 5 milhões de votos e se colocou
no 3º lugar (na frente de Ulisses Guimarães e de Leonel Brizola). Se tivesse
apresentado um programa concreto para a recuperação da economia moralizando a
política e fazendo uma verdadeira reforma agrária, seria, hoje, Presidente
Vitalício do Brasil e o Brasil um país de primeiro mundo.
O socialismo
A idéia de Lênin de que “o socialismo é a criatividade vivente das
massas” não é verdadeira, como o demonstra o ex-presidente da União Soviética
Mikhail Gorbachev nas primeiras 20 páginas do seu livro Perestroika, quando
diz: “O desinteresse, a negligência e indiferença são a característica dos
trabalhadores da União Soviética”. Portanto, é demonstrado que o socialismo
está fora da medida do homem e a democracia continua sendo: “o pior governo
depois de todos os outros”.
O antiamericanismo a priori
Anarquistas,
comunistas e demagogos de toda espécie indicam os Estados Unidos como um país
imperialista. Na verdade, os Estados Unidos são um país capitalista como o são
a Noruega, a Suíça a França e o Vaticano. A diferença está na dimensão e não
nos princípios e preceitos.
O
Brasil e as favelas
Em
19 de março de
Cabeça
erguida
Há
políticos afirmando que andam de cabeça erguida. Na verdade, o direito de
reivindicar para si esta condição é subjetivo haja vista que Hitler,
Mussolini e Lampião sempre andaram de cabeça erguida e de nariz empinado.
Lembramos que, em março de 1996, no anfiteatro da Pontifícia Universidade Católica
de Minas Gerais, o Presidente Lula, respondendo a nossa pergunta: "O que
Vossa Excelência pensa do escandaloso e indecente salário dos
deputados?", afirmou: “Eu não acho que salário de deputado seja
indecente, eu acho que 8.000 (oito mil) reais por mês de salário-base... até
não é muito!" – há de se observar que o salário-base representa a mínima
parte da remuneração dos parlamentares e que, na época, o salário de 80% dos
trabalhadores e aposentados era de 80 (oitenta) reais por mês, correspondente a
1% do salário dos parlamentares.
Um
político brasileiro tem direito de andar de cabeça erguida somente depois de
explicar onde estava e detalhar sua ação quando, estando os funcionários públicos
há oito anos sem receber aumento de salário, em 19 de dezembro de 2002, sendo
FHC Presidente e eleito o Presidente Lula, os parlamentares, em dois minutos,
aumentaram seus salários em 54% e, em 28 de fevereiro de 2003, aumentaram os
benefícios em 71% (Folha De São Paulo, 19 dez. 2002; Estado de Minas, 28 fev.
2003) – no total recebiam um valor correspondente a 250 vezes o salário de
80% dos trabalhadores e aposentados do país. Em 15 de janeiro de 2005, na eleição
para Presidência da Câmara, um desconhecido deputado de um pequeno partido que
prometia dobrar o salário dos parlamentares e melhorar as instalações sanitárias
da casa derrotou o candidato do governo e da oposição com 2/3 dos votos.
Em
abril de 2006, frente ao maior escândalo de corrupção dos últimos séculos,
a maioria dos parlamentares contraria a comissão de inquérito e vota, em
secreto, para a absolvição de todos os políticos implicados. O Governo pede
para encerrar os trabalhos da Comissão Parlamentar de Inquérito do escândalo
do “MENSALÃO”. Logo depois de dar informações sobre o seu paradeiro nesse
momento e dizer dos seus pronunciamentos a esse respeito, poderá o político
brasileiro andar de cabaça erguida e o povo levá-lo nos braços. Antes não e
nunca.
Antes
e depois
Antes
de ser eleito, o Presidente Lula proclamava: “Nós já pagamos muitas vezes a
nossa dívida ao capital financeiro internacional, portanto, nada devemos”.
Dois dias depois de eleito, declarava: “Aqui não aconteceu nada, nós vamos
dobrar as reservas para garantia dos pagamentos dos juros de nossa dívida!”.
Um dia depois, o presidente do FMI declarava à imprensa: “O Presidente Lula
é um homem inteligente e patriota”. A ovelha negra se tornou o filho pródigo
do monstro que, junto da imoralidade na política, é responsável pela miséria,
pela dor e pelo desespero dos povos do mundo.
A
Ditadura Militar
No
tempo da Ditadura Militar, o salário tinha um valor real superior ao atual, a
criminalidade era 1/10 do que era em 2005, o índice dos que viviam abaixo do nível
de pobreza era menor e o turismo sexual dos operários europeus no Brasil ainda
não estava na moda. Os patriotas da Espanha, quando Napoleão a invadiu para
“libertá-la” (dizia ele), escreviam nos muros e gritavam: “ABAIXO A
LIBERDADE!!!”. Será que é válido o velho ditado de: “Era melhor quando
era pior”? Para morrer é melhor a forca ou a guilhotina?
A
“Bolsa Emprego”
O
emprego público de carteira assinada é a artimanha sorrateira e infame dos políticos
para dar um emprego, mal pago, a adeptos a trabalhos inúteis em cargos
inventados, financiados com o dinheiro dos impostos a seus eleitores, à custa
de investimentos nas áreas da educação, da saúde e do saneamento básico.
A
miséria cá e lá
No
Brasil, 70% da população foi excluída e marginalizada do mercado de consumo,
da sociedade e da condição humana. Os políticos se instituíram em classe em
si e para si sem mais nenhum vínculo com os interesses do país e do povo,
estabelecem, para si, salários e benefícios de 200 vezes o salário dos 80% da
população ativa.
Nos
países democráticos do mundo (idem), um parlamentar recebe, entre salários e
benefícios, 11 vezes o salário de um operário não especializado. O maior
problema é impedir a invasão de milhões de desesperados sem nenhuma cultura
do trabalho como meio para produzir riqueza. Os 3% da população de emigrantes
são responsáveis pelos 30% da criminalidade e, juntos dos filhos, constituem
massas de desempregados à procura de um emprego e não de trabalho. Cada pessoa
com mais de 18 anos tem seu carro, as famílias dos operários têm geladeira,
congelador, telas de mosquito nas janelas, ar condicionado no quarto de dormir
e, quando a temperatura baixa a menos de 18 graus, o sistema de aquecimento
entra em funcionamento; os operários comem macarrão com queijo parmesão,
carne, salada e fruta 2 vezes ao dia; quando têm vontade saem com as crianças
para tomar um sorvete. O desempregado recebe 80% do salário durante anos. A
assistência médica e a educação, inclusa a universidade, são garantidas e
gratuitas. As eleições acontecem no domingo e na segunda-feira, devido ao fato
de os operários, aos sábados e domingos, irem para a praia ou para sua casa de
campo. As mulheres que se dedicam à prostituição o fazem por vocação e não
por necessidade. A prostituição, os trabalhos de servente de pedreiro, serviços
domésticos, de acompanhante de idoso e de levar o cachorro da madame para
passear, são atividades reservadas aos imigrantes, clandestinos dos países
subdesenvolvidos, especialmente Brasil, Argentina e demais países da América
Latina, Ásia, África e ex-países comunistas.
A
Companhia Air France, em 03 de abril de 2006, anuncia uma viagem de Paris a
Salvador ida e volta e mais 9 dias e 7 noites num hotel 4 estrelas por 597,00
euros. Um operário não especializado tem um salário de 1200 euros, ou seja,
sobram 606 euros para o turismo sexual, que é um crime, mas, como disse o
Presidente Lula sobre o caixa 2: “No Brasil é praxe”.
Nos
países democráticos (idem), há um bom número de indigentes que optaram,
livremente, por não ter nada e não fazer nada para não ter problema nenhum.
A
glamourização da ignorância
O
ator Lima Duarte, em entrevista à imprensa (31 mar. 2006), declara: “O
Presidente Lula faz a glamourização da ignorância ao afirmar ter nascido no
campo e ser filho de pai e mãe analfabetos”. Ambíguo e impróprio é também
o discurso do Presidente Lula quando diz: ”Para governar um país não precisa
de diploma, precisa de bom coração!”. Na verdade, poucos aceitam entrar num
ônibus cujo condutor tem boa vontade, mas não tem carteira de habilitação e
nenhuma prática de direção.
O
voto secreto
O
voto secreto dos parlamentares é uma mesquinha e despudorada artimanha que
contraria o parágrafo único do Artigo 1 de nossa Constituição, que diz:
“Todo poder emana do povo que o exerce através de seus representantes
eleitos...”. Como é possível imaginar um representante que faz segredo de
seus atos ao seu representado?
A
publicidade
Os
Governos Federal, Estadual e Municipal investem somas astronômicas em
publicidade do Presidente da República e Ministros de Estado, Governadores e
Prefeitos. Seus retratos e biografia poluem o meio ambiente e deprimem
moralmente os cidadãos ao enaltecer SUAS obras sociais, de infrae-strutura
(estradas, pontes, ferrovias e prédios escolares), na escola, na saúde, na
segurança. Na inclusão social bancária, telefônica, elétrica e alimentar,
faltando apenas a inclusão lotérica com a distribuição de apostas no jogo do
bicho ou na mega-sena. Na verdade, as obras são feitas extorquindo impostos
monstruosos e mastodônticos aos empresários obrigados, por isso, a pagar salários
de fome aos operários.
A
classe média
Os
produtos de consumo da classe média (gasolina, transporte, água, luz,
telefone, vestiário, mensalidade escolar, etc.) tiveram, nos últimos anos, uma
inflação de
O
crescimento do PIB
O
crescimento do PIB através do aumento da exportação de produtos agrícolas
dos latifundiários e matéria prima das mineradoras, nada tem a ver com o mais
importante para o povo, que é a sua inclusão na sociedade através de sua
participação e trabalho nas atividades produtivas.
A
cura pior que a doença
Desiludido
e decepcionado pelos governos dos últimos 50 anos, o povo brasileiro levou, nos
braços, o operário metalúrgico Luiz Inácio Lula da Silva à Presidência da
República. O populismo, a demagogia e a corrupção foram eleitas a modo de
governar e o povo vive os momentos de sua maior tragédia.
As
jaulas e a lista de espera
Nas
cadeias, 70 encarcerados, à espera de serem julgados, são enjaulados em celas
para 15 presos; 200 mil mandatos de prisão não são executados por falta de
vagas nas cadeias e juízes libertam condenados por assassinato por falta de
condições mínimas nas cadeias.
Mega
sena carcerária
No
Rio de Janeiro, o Governador Antony Garotinho acabou com as revoltas dos presos
dando aos condenados condições de vida e de ação criminal melhores que as de
quando estavam em liberdade e tinham de pagar aluguel, comprar alimento,
sustentar a família e pagar alimentos para os filhos nascidos fora do
casamento. Não seria surpresa se for promovida uma loteria tendo como prêmio 6
meses de cadeia para o “sortudo” sorteado.
Os
tiranos e as tiranias
Nunca
nenhum tirano instituiu a tirania. Com seus feitores e caudatários e com a
omissão complacente de acomodados e medíocres. Sempre.
A
hipérbole da desfaçatez e do sarcasmo
O
Governo do Presidente Lula, no seu site www.brasil.br/emquestao,
em 11 de abril de 2006 publica uma mensagem com o título: “O Brasil
Sorridente reúne uma série de ações voltadas para cidadão de todas as
idades”. O grande problema no Brasil não é a falta de dentes, é a falta de
cidadania para o povo e de vergonha nos outros.
O
doente e a cura
O
Brasil está muito doente. Um sem número de parasitas o dominaram e o
prostraram; inerme, inerte e exangue espera de seus filhos a ação purificadora
para ressurgir com o brilho e a glória que Deus lhe deu como destino.
Leia
a íntegra do nosso Manifesto e anexo no nosso site. Envie-nos seus comentários,
críticas e sugestões e sua disponibilidade em organizar e participar de conferências
e debates sobre os temas: “O Brasil é um país democrático?” e: “Por que
o Brasil é um país subdesenvolvido?”.
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Manifesto
O Destino do Mundo do Grupo Filósofos do ano 2000
Site
www.democracyandpeace.com E-mail
contact@democracyandpeace.com
Atualização
julho 2005
Em
seu pronunciamento de 23 de abril de 2005, o Presidente Lula, frente ao maremoto
de denúncias de corrupção do seu governo, dissertou sobre o mal da corrupção.
Na verdade, a corrupção na política no Brasil é das mais baixas do mundo,
haja vista que a indecência e a imoralidade acontecem de acordo com as leis que
os políticos sancionam para legalizar todo e qualquer ato e atitude por mais
absurdos e imorais que sejam. Trata-se, então, de falsidade ideológica, prática
leonina e formação de quadrilha, responsável pela tragédia humana do povo
brasileiro e, por isso, os que ocupam ou ocuparam o cargo da Presidência da República
deveriam ser julgados como exemplo por um Tribunal Internacional pelo crime de
“genocídio branco” (sem violência física) perpetrado contra a população
de seu país, assim como Milosevic está sendo julgado por genocídio praticado
com a violência das armas.
Nos
últimos 50 anos, o Brasil teve na Presidência da República homens cuja moral
e boas intenções estiveram acima de qualquer dúvida e suspeita, mas sua condição
de estadistas, entendida como: “capacidade de prever o resultado de sua política”
(José Martí), foi absolutamente nula e um populismo deslavado e esconso foi
sua marca.
Juscelino
Kubitschek construiu uma nova capital no meio de um despovoado deserto a
Nada
como as grandes decepções para revelar a verdade e indicar soluções. O PT e
o Presidente Lula foram a última, grande e definitiva decepção para todos os
que acreditavam e acreditam na diversidade ou alguma diferença dos políticos
pela militância em siglas partidárias diferentes. Nos últimos 50 anos ninguém
governou sem a barganha e a corrupção. A idéia de votar em “gente nova”
é absurda, banal e ridícula: tem muita gente nova muito pior que muita gente
velha. Para mudar tem de se votar em programas concretos cujos primeiros
fundamentos sejam: a moralização da política e uma verdadeira reforma agrária,
como indicado nos anexos deste Manifesto. A deprimente, esquálida e aberrante
crise moral, política e institucional do país depois de 30 meses de governo do
Partido dos Trabalhadores é a demonstração do vazio de idéias e princípios
para mudar o caminho para o Buraco Negro, sem piedade e sem retorno, rumo ao
qual a classe política está levando o Brasil e o povo brasileiro.
Os
pobres são cada vez mais pobres, os menos pobres vivem na ansiedade e na angústia
ou de perder o emprego ou da falência de sua empresa e os ricos encomendam
carros blindados e apartamentos em condomínios de luxo, verdadeiros paraísos
de papelão num inferno de fogo. É chegado o momento de ter consciência de
que, se os empresários, os comerciantes, os profissionais, os intelectuais e
todos aqueles que com luta, suor, trabalho e inteligência construíram seu
sucesso e prosperidade, investissem na divulgação de idéia e projetos
concretos, como é o nosso Manifesto, seria possível mudar o destino deles, do
Brasil e do povo brasileiro.
Onde
estão os cantores e poetas que durante a ditadura declarada cantaram hinos de
glória à liberdade e à democracia e agora silenciaram seu canto e sua musa,
pagos pela tirania ter mudado de nome e eles e seus parentes terem se arrumado
num bom emprego?
Qual
é o valor moral das instituições não governamentais, religiosas e das
personalidades da arte, da cultura e do esporte, que organizam infinitas
campanhas de caridade e solidariedade par dar um prato de comida no dia de Natal
a alguns dos milhões que passam fome o ano inteiro ou financiam instituições
que combatem o câncer, que atinge 100 mil pacientes e nada fazem, nem dizem,
sobre os responsáveis por 100 milhões de vítimas do câncer da política? É
evidente que estes e aqueles não têm nenhum interesse em resolver os problemas
dos “outros”, mas sim em receber aplausos, votos ou a beatificação pela
sua farsa.
Frente
à oficialização da imoralidade na política e dos políticos, todos, feita
pelo “mensalão”, o Presidente Lula declara: “Ninguém é mais honesto do
que eu!” Na verdade, um cidadão honesto pode ser Caixa, mas, nem por isso,
Diretor de Banco ou Motorista de Ônibus.
O
despreparo de um cidadão para exercer o cargo de Presidente da República é
manifesto quando proclama: “Para governar um país não é necessário ter um
diploma, é necessário ter um bom coração”. Ora, Senhor Presidente: “A
justiça não é a bondade” (Kant). Ter um bom coração é um sentimento bom
para o relacionamento humano com os demais, não para governar um país. Essa
frase é uma demonstração do mal de não ter um diploma e de desprezar a
cultura.
Emiliano
Zapata, analfabeto, chefiou a justa revolta dos “Sem terra”, ocupou três
vezes a Cidade do México, mas era um “homem simples, não soube exercitar o
poder político” (Enciclopédia Homnia Panorama). Morreu assassinado e os Sem
terra continuam sem terra e sendo assassinados até hoje.
Abraham
Lincoln, semi-analfabeto até os 21 anos, diplomado em Direito aos 26, foi
brilhante Advogado, Deputado, Senador aos 37 e Presidente da República aos 51
(Enciclopédia Delta Larousse); foi o maior e melhor Presidente da República na
história dos tempos modernos, precursor da grande nação democrática, hoje,
solitária guardiã da liberdade e da democracia no Mundo.
Aqui
ninguém pede a ninguém para ajudar ninguém. Aqui se diz que: “Ou o povo
brasileiro acaba com a imoralidade da classe política ou a imoralidade da
classe política acaba com o Brasil e o povo brasileiro”.
Ao
Presidente Lula, pedimos o ato patriótico de ter a coragem cívica de um
pronunciamento à nação em que reconhece a inviabilidade de governar o país
para quem quer que seja sem antes moralizar a política e fazer uma verdadeira
reforma agrária em paz, como indicado no nosso Manifesto e anexos.
Aos
que Deus deu uma grande luz para iluminar os caminhos da humanidade, como, por
exemplo, Padre Cláudio Hummes, Arcebispo Emérito de São Paulo (o grande Papa
que não foi eleito), e a todos os homens de bem do Brasil, pedimos para apoiar
este nosso pedido ao Presidente Lula.
É
devido à imoralidade na política e à falta de uma verdadeira reforma agrária
que, na Argentina, apesar de ser o segundo maior exportador de alimentos do
mundo, 35% da população vivem na pobreza absoluta e, no Brasil, que a cada ano
exporta 120 milhões de toneladas de grãos, produzidos pelos latifundiários
financiados com o dinheiro público, em nada diminui o número dos que disputam,
com os urubus, restos de comida nas descargas do lixo.
A
violência atinge proporções inauditas: a cada 10 minutos uma pessoa é
assassinada (uma pesquisa da UNESCO revela que no Brasil o índice de
assassinatos supera o número de mortos nos países atualmente em guerra).
Os
programas econômicos dos governos são substituídos com imensas campanhas de
assistência alimentar, transformando seus povos em assistidos e pedintes que
aplaudem seus algozes.
A
campanha eleitoral é um espetáculo carnavalesco com a promessa do candidato do
governo de criar (!?) 10 milhões de empregos e o da oposição, mais modesto, 8
milhões. Trata-se, naturalmente, de empregos nos serviços públicos para
adeptos a trabalhos inúteis em cargos inventados pagos com os impostos dos que
trabalham nas atividades produtivas.
O
governo apresenta como retomada da economia o aumento das exportações; na
verdade, exportar minério extraído do solo e produtos agropecuários
produzidos e comercializados pelos latifundiários e importar produtos
manufaturados em nada beneficia o emprego e melhorias para o povo. Combater o
desemprego com o aumento do funcionalismo público é o mesmo que fazer uma
transfusão de água a um anêmico.
Devido
a uma alimentação inadequada e condições higiênico-sanitárias de extrema
precariedade, morrem 200 crianças a cada dia e milhões sofrem conseqüências
irreparáveis a suas faculdades intelectivas. A assistência médica tem as
características dos países mais pobres da África. A escola tem como única
finalidade servir uma merenda e 400.000 crianças da quarta série não sabem
ler e escrever seu nome (relatório da UNESCO). Os adolescentes que atuam no
trabalho escravo ou no turismo sexual são uma categoria de privilegiados. Milhões
vivem em barracos de madeira e papelão, impróprios para cachorros e porcos,
construídos nas beiras dos rios e nas encostas dos morros sem nenhuma
infra-estruturar; na primeira chuva os barracos e seus moradores são arrastados
e sepultados na lama.
Em
26 de dezembro de 2004, um maremoto atingiu as praias de países da Ásia e da
África. 200 mil pessoas morreram e as instalações e infraestruturas dos
lugares atingidos sofreram graves danos. Os povos da América Latina, por causa
de sua classe política, vivem a condição de dois maremotos por ano.
No
final de janeiro de 2005, em Davos (Suíça), o quarteto tragicômico formado
por Bill Clinton, Bill Gates, Tony Blair e o cantor Bono ofereceu ao mundo a
maior farsa de todos os tempos com um demagógico e deprimente espetáculo
circense conclamando os ricos a resolverem os problemas da fome e da pobreza dos
países pobres através do perdão das dívidas e doações de alimentos.
No
atual contexto político e econômico dos países subdesenvolvidos, se os países
industrializados emprestassem aos países pobres todo o dinheiro que seus
governantes pedirem e sem cobrar juros, os operários trabalhassem sem receber
salário, os empresários pagassem o dobro de impostos, os aposentados
renunciassem à aposentadoria e fosse construído um “alimentoduto” de
A
crise econômica dos países da civilização ocidental, pela falta de
crescimento do mercado de consumo mundial, é imanente. Pensar que a curto ou
breve prazo os mercados de países governados por ditaduras declaradas ou de
culturas arcaicas e primitivistas possam se constituir em mercados de consumo de
alguma importância é absurdo e insensato. A América Latina se constitui em
1/3 da população, do território e dos recursos naturais desta civilização,
portanto, a recuperação da economia mundial iniciará no mesmo dia em que os
países da América Latina entrarem no contexto dos países democráticos, nunca
um dia antes.
O
destino do mundo está no destino da América Latina e o destino da América
Latina está no destino do Brasil.
O
antiamericanismo a priori
Numa
imensa campanha publicitária desleal, hipócrita e sorrateira indicando os
Estados Unidos como um país imperialista, ao islamismo se juntam toda espécie
de demagogos, anárquicos e frustrados por não terem nenhuma proposta
alternativa à sociedade democrática da livre iniciativa. Na verdade, Estados
Unidos não é um país imperialista, é um país capitalista assim como são a
França, a Noruega, a Suíça e o Vaticano. A diferença está na dimensão e não
nos princípios e preceitos. Sem os Estados Unidos, não haveria democracia no
mundo, Hitler governaria e, durante suas férias, Saddam Hussein colocaria os
Cardeais a serem Muezim no alto da Cúpula de São Pedro em Roma.
O
islamismo e o Alcorão
O
islamismo, através do terrorismo, em 11 de setembro de 2001 declarou uma guerra
total contra a civilização ocidental. Sua inspiração e guia é o Alcorão,
São
exemplos do espírito do Alcorão:
Capítulo
IV, item 15. Quanto àquelas, dentre vossas mulheres, que tenham incorrido em
adultério apelai para quatro testemunhas, dentre os vossos e, se estas o
confirmarem, confinai-as em suas casas, até que lhes chegue a morte.
Capítulo
IX, item 5. Mas quando os meses sagrados houverem transcorrido, matai os idólatras,
onde quer que os acheis; capturai-os, acossai-os e espreitai-os.
Item
111. Deus cobrará dos fiéis o sacrifício de seus bens e pessoas, em troca do
Paraíso. Combaterão pela causa de Deus, matarão e serão mortos.
No
Alcorão, a mulher é discriminada e vista como uma subespécie para uso e a
serviço do homem, o escravo como uma mercadoria para troca e compenso e Allah
(Deus) como um feroz e implacável justiceiro e punidor que assume para si todos
os delitos e crimes de seus seguidores.
Nas
páginas do Alcorão recorrem os termos matai-os onde os encontrais, capture-os,
assediai-os, fazei-lhes ciladas. Depois disso, crente é um eufemismo de
terrorista e o livro é um manual para a guerrilha e o assassinato, e não uma
doutrina religiosa de amor, de irmandade e de paz para todos os homens da terra.
O
texto do Alcorão viola as leis civis, penais e constitucionais dos países da
civilização ocidental e, por isso, em cada país, devem-se constituir grupos
para denunciá-lo à autoridade judiciária e declará-lo fora da lei. A prática
do culto islâmico deve ser suspensa até quando sua doutrina for reformada e
adequada às leis e aos princípios éticos e morais dos países democráticos.
–
É possível que a Bíblia, os Evangelhos, a Torá e outros textos, mais ou
menos sagrados, sejam ainda mais virulentos e sanguinários; a grande diferença,
porém, é que o islamismo os atua hoje e não 1000 ou 2000 anos atrás.
A
guerra ao terrorismo islâmico
A
idéia de que seja possível dialogar, exportar ou impor a democracia a povos
fanatizados pela religião é absurda, imprópria e estulta. O fanático, ideológico
ou religioso, é um ser que abandonou a razão e, por isso, não é mais um ser
humano, mas somente um ser vivo como são as serpentes, os tigres e os chacais.
Com eles, os diálogos e a tratativa não fazem sentido e nem têm fundamento.
O
grande erro dos Estados Unidos não é o de combater a guerra infame que o Islã
declarou – e combater de modo covarde, mesquinho e traiçoeiro contra a
civilização ocidental –, é o de combater essa guerra de modo errado com a
ocupação de territórios islâmicos assim como era e é nos planos e no
interesse político de Bin Laden e Saddam Hussein. Em seus territórios o
islamismo é irredutível e invencível; toda nação, vencedora ou vencida, o
exalta e fortalece. Nunca como depois da invasão do Iraque os povos islâmicos
foram tão fanatizados, unidos e determinados a matar e morrer para conquistar o
mundo para o Islã e, de acordo com o Alcorão, irem ao paraíso. A permanência
de um exército estrangeiro em territórios islâmicos, a qualquer título, é
um erro e o seu custo é astronômico.
Os
países democráticos devem retirar suas tropas e civis dos territórios islâmicos.
Antes, porém, devem instalar bases missilísticas, terrestres, marítimas e
espaciais, para destruir as instalações e os lugares onde se fabriquem armas,
se organizem ou se faça pregação do terrorismo. Com esse tipo de guerra, a
eficiência no combate ao terrorismo seria cem vezes maior e o custo financeiro,
de vidas humanas e o desgaste do prestígio dos que lutam para defender a
democracia e a civilização ocidental seriam mil vezes menores.
Atualidades
O
discurso do Presidente Bush em 20 de janeiro de 2005, na ocasião do seu
juramento como Presidente dos Estados Unidos é um documento histórico pelas
muitas verdades que diz e pelas perplexidades suscitadas em algumas suas partes.
A
maior das perplexidades é quando diz: “O nosso objetivo é permitir aos
outros de acharem seu próprio caminho e sua própria definição de
liberdade”. Apesar de ser compartilhada pelos governos, pelos políticos e
pela opinião pública da civilização ocidental, essa afirmação de
subjetividade do princípio de liberdade é um apelo à anarquia. Adotados esses
princípios, nada podemos dizer da liberdade de Hitler e de Fidel Castro, nem
dos terroristas que, de acordo com o Alcorão, têm o terror como caminho para
conquistar o paraíso, e nem do Presidente Lula (Brasil), que vê a libertação
do seu povo, escravizado pelas infamidades da classe política, através de uma
campanha de distribuição de alimentos. O Presidente Bush disse: “A sobrevivência
da liberdade na nossa terra depende do desenvolvimento da liberdade em todo o
mundo”. É verdade como é verdade que os países democráticos devem ajudar
os povos a conquistá-la e não os governos a escravizar seus povos.
A
Secretária de Estado Condoleezza Rice diz: “Devemos reconstruir a amizade com
os demais países democráticos”. O nacionalismo e o populismo dominam os
povos dos países democráticos da Europa, irrecuperáveis para colaborar na
defesa da democracia e da civilização ocidental.
A
América, do pólo Norte ao pólo Sul, unida em torno de princípios e conceitos
universais de liberdade, justiça e democracia, será a potência econômica,
política e militar capaz de garantir a paz, o progresso e a prosperidade do
mundo.
Manifesto:
O Brasil e a Democracia – Grupo Filósofos do ano 2000 de Belo Horizonte
Site
www.democracyandpeace.com E-mail
contact@democracyandpeace.com
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Anexos

Em 11 de setembro 2001 o mundo conheceu o
aspecto bestial da mente humana. O ato terrorista, em si, foi um ato criminoso,
macabro e ímpio. Absurdo e monstruoso é que os povos islâmicos o festejaram em
delírio e por unanimidade.
A civilização
ocidental deve defender sua sobrevivência impondo aos países que dão apoio
direto ou indireto ao terrorismo, ou pretendem fabricar armas químicas e de
destruição em massa, inspeções sobre essas organizações e instalações. A recusa
ou limitações a essas inspeções deve ser considerada um ato de guerra a ser
combatida de modo radical com todas as forças e todas as armas, porém, sem
ocupar militarmente territórios por um tempo superior ao necessário para a
destruição dessas organizações e instalações.
Anexo 2

A revista Veja (a
revista de maior circulação no Brasil), em 08 de novembro de 1995, publica um
gráfico comparando os salários dos parlamentares brasileiros com os vigentes
nos países democráticos e comenta: "...
os Parlamentares brasileiros, em relação à renda per cápita, recebem quantias
astronômicas". Cabe esclarecer que, quando seus salários são
comparados com o dos 80% dos trabalhadores e aposentados, recebem quantias indecentes, imorais e criminosas.
NB. O artigo informava que o grupo de
parlamentares formado por José Aníbal, do Partido Social Democrático do
ex-presidente Fernando Henrique Cardoso; Miro Teixeira do Partido Democrático
Trabalhista de Leonel Brizola (Presidente da Internacional Socialista) e
Inocêncio de Oliveira, do Partido da Frente Liberal, tinha como líder o deputado
Jaques Wagner, do Partido dos Trabalhadores do atual Presidente da República,
Luiz Inácio Lula da Silva.
Anexo 3

O JORNAL FOLHA DE SÃO
PAULO de 19/12/02 e ESTADO DE MINAS de 28/02/03, escreve:
Os funcionários públicos do Brasil estão
há oito anos sem receber aumento de salário. Em 19 de dezembro de 2002, os
parlamentares, em dois minutos, aumentaram seus salários em 54% e em 28 de
fevereiro de 2003 aumentaram os benefícios em 71%. Num total vão receber mais
de 20.000 dólares por mês, correspondente a 250 vezes o salário de 80% dos
trabalhadores e aposentados do país.
Nem o eleito
Presidente "progressista" e socialista Luiz Inácio Lula da Silva, que
faz grande campanha contra a fome, nem políticos de qualquer tendência, "no global", mecenas e filantropos,
Bispos, Cardeais e Papa e todos aqueles que dizem lutar em defesa dos pobres
sem nada fazer para vencer a pobreza, disseram uma palavra. Depois disso NENHUM
deles tem direito de falar em nome dos pobres, ou de DEUS.
Anexo 4

Comentando o discurso
de fim de ano do Presidente da República do Brasil de que: "Nos últimos
anos fizemos grandes progressos", a revista VEJA em 24/01/20001, escreveu:
"Nos últimos dez anos, a população das periferias das grandes cidades
(definidas por nós como terras sem lei de pobreza, miséria e indignidade
humana, ante-sala do inferno) cresceram em 30%. O Ministro do Supremo Tribunal
de Justiça declara: "As periferias
são governadas por um governo paralelo", ou seja: governadas pela
criminalidade organizada.
Anexo 5 - O populismo assistencialista,
câncer da democracia e da economia -

Progressistas e
conservadores demonstram o vazio de idéias e programas de governo quando, em
outubro de 1999, os dois líderes, dos "progressistas" e dos
conservadores, se abraçam (ver foto) para reafirmar o seu pleno acordo sobre um
plano para eliminar a pobreza e a miséria no Brasil. O projeto previa:
"... a instituição de um imposto
para criar um fundo que permita dar a cada pobre 40 centavos por dia durante
400 dias, e assim... acabar com a pobreza no Brasil".
À esquerda, na foto, o
ex-metalúrgico e sindicalista, já recebido várias vezes pelo Papa como
representante máximo dos "progressistas" da América Latina, o mesmo
que, em 13 de março de 1996, no anfiteatro da Universidade Católica de Minas
Gerais - Brasil, respondendo a nossa pergunta: "O que Vossa Excelência pensa do escandaloso salário dos
Deputados?", respondeu: “Eu não
acho que salário de Deputado (na época ele era Deputado) seja indecente, eu acho que 8.000 (oito
mil) dólares por mês de salário base... até não é muito!". Na época, o
salário de 80% dos trabalhadores e aposentados era de 80 (oitenta) dólares por
mês, correspondente a 1% do salário
dos parlamentares. Há de se observar que o salário-base representa a mínima
parte da remuneração dos parlamentares.
Anexo 6

O mais importante jornal do Estado de Minas Gerais (Brasil), em 07 de janeiro de 2002, publicou a notícia de que: "Deputados do Estado de Minas Gerais usaram o incinerador para queimar notas fiscais que demonstravam que o dinheiro recebido para ser doado a instituições filantrópicas era desviado para suas contas pessoais ou utilizado para sua campanha eleitoral”.
Anexo 7
Em 23 outubro 2003 o
jornal |Diário da Tarde (Belo Horizonte), noticia que os Deputado Estaduais
membros da mesa diretora da Assembléia Legislativa do Estado de Minas Gerais
recebem mais de 100 mil Reais (34.000,00 U$ Dólares) por mês, correspondente a
520 vezes o salário do 80% do trabalhadores e aposentados do país, entre os
citados está o Deputado Duraval Ângelo do Partido dos Trabalhadores do
Presidente Lula do programa FOME ZERO e do slogan: “O nome da paz se chama justiça social
Anexo 8

– O, -JORNAL DO
BRASIL- em 10 de abril de 2003.
Na América Latina, os
índices de violência superam a imaginação. Em um ano, morrem assassinadas mais
pessoas do que militares e civis americanos, franceses, ingleses e italianos
durante os seis anos da Segunda Guerra Mundial. Em São Paulo acontece um
assalto a cada 06 segundos. Em 09 de abril de 2003, na cidade de Rio de
Janeiro, em protesto pela redução do horário de visita dos advogados aos presos
nas penitenciárias, 09 ônibus foram atacados com metralhadoras e granadas e,
depois, incendiados; granadas foram lançadas contra os negócios que não
acatavam o toque de recolher proclamado pelo comando dos traficantes.
Anexo 9

Em 07/10/03, a Rede Globo de
Televisão apresentou uma reportagem mostrando a falta total de
saneamento para 70 milhões de brasileiros.
Este é o retrato da sociedade dos
países da América Latina. O nosso Manifesto diz quais são as causas, quem
são seus causadores e quais as soluções.
Anexo 10

Em setembro de 2003, o Brasil e a
Índia lideraram um grupo de 21 países subdesenvolvidos num protesto contra as
barreiras alfandegárias dos países
industrializados para os produtos agrícolas dos países subdesenvolvidos.
Na verdade, quem tem benefícios com a exportação de produtos agrícolas são os
latifundiários e não os povos dos países subdesenvolvidos. É difícil imaginar
que os pequenos agricultores da Itália
e da França, que receberam a terra através da reforma agrária e pagaram com o seu trabalho, aceitem a
concorrência dos produtos agrícolas dos
latifundiários dos países da América
Latina e dos Marajás da Índia.